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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Construindo na divisa, junto à parede do vizinho

Dizem por aí que um vizinho pode ser o melhor amigo ou o ser pior inimigo. Para ficar com a primeira opção, é importante olhar para frente e se precaver de problemas futuros, especialmente quando o assunto é obra junto ao limite do terreno. A casa  foi planejada para aproveitar toda a área do terreno e por isso foi erguida na divisa com a área do vizinho. No entanto, já existe uma casa ali que também foi construída no limite.

Para garantir que as duas paredes (a nossa e a do vizinho) não sofram com infiltrações e umidade, a área foi impermeabilizada. A parede que recebeu o produto tem 10 metros de comprimento por 2,40 metros de altura, até a altura da cinta, ou seja, onde o telhado será erguido. O impermeabilizante utilizado foi o Vedapren Parede, com três demãos. Um balde de 18 quilos rende de 45 a 50 metros quadrados por demão e custa, em média, R$ 250,00.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Administrando os recursos próprios: de olho na LCI

O financiamento sempre surge como uma opção para quem deseja construir, especialmente por meio do Programa Minha casa, minha vida, com taxas de juros mais atrativas. No entanto, o investimento com recursos próprios é uma escolha que vale a pena, principalmente quando se tem um capital disponível. Apesar disso, qualquer obra normalmente apresenta um orçamento superior ao planejado no começo do projeto, o que vai exigir um equilíbrio financeiro da família.

A principal fonte de recursos deste projeto foi o dinheiro do FGTS e da rescisão de contrato por mudança de emprego. Apesar de ter uma boa quantia em mãos, a opção não foi sair gastando logo a grana. Como era preciso acertar os detalhes da planta e encaminhar toda a parte burocrática junto à prefeitura, o dinheiro foi investido. Depois de pesquisar o mercado financeiro e conversar com o gerente do banco, a escolha foi a Letra de Crédito Imobiliária (LCI). Entre as principais vantagens, além do rendimento que gira em torno de 0,9% ao mês, é a isenção do imposto de renda.

Parte do valor ficou investido cerca de seis meses e durante este período foi possível capitalizar recursos para quitar o projeto arquitetônico, por exemplo. Assim, esperar um pouco pode ser vantajoso em ambos sentidos, tanto para ter certeza do que construir como para ter mais capital.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Um novo projeto: uma casa como negócio

O Diário de Construção está de volta! Depois de cinco anos, decidimos construir novamente. Mas dessa vez, a proposta é completamente diferente. A ideia é construir uma casa para alugar ou vender, conforme a proposta de negócio que se desenhar no futuro.

Ao contrário da primeira construção, que foi financiada, passou por todo um processo burocrático junto à Caixa Federal, e foi em um terreno vazio, essa obra terá outras características. Será com recursos próprios, em uma área onde já existe um imóvel, além de ter pessoas residindo na outra parte do terreno. Todas as questões relacionadas a desmembramento, documentação, compras em pequena quantidade e o jogo de cintura para lidar com os problemas que podem surgir, serão compartilhados aqui.

Uma grande caminhada sempre começa com um primeiro passo. Até a próxima!