Dia 10 de setembro fez um ano da mudança e apesar de já terem passado mais de 365 dias, as caixas de livros continuam encaixotadas e o escritório desativado porque virou depósito. Como? É ilusão acreditar que a nossa casa nova será como aquela retratada pelos filmes ou novelas. Você chega e está tudo pronto, organizado, com tudo funcionando. Basta morar, para os problemas começarem.
Neste tempo, fizemos o muro dos fundos e construímos uma peça para guardar a bagunça, que está em fase de finalização. E, tudo, diga-se de passagem, com recursos arrecadados ao longo desse período. Pois a dívida do financiamento e dos fornecedores continua correndo. O próximo passo será o canil, depois a entrada de pedra para a garagem e a grama para o pátio. Se o tempo ajudar (climático e financeiro) os planos são terminar todas essas melhorias até o final de 2012.
Nesses 365 dias já queimaram duas lâmpadas do forro à vista, que é super alto, e ainda não foram trocadas, estragou a tomada do telefone da sala e a única que funciona está instalada no corredor (entrou na lista de coisas para arrumar), deu um probleminha na rede elétrica e o chuveiro social foi desativado, estando em funcionando apenas o da garagem (também entrou na lista). Isso sem falar que nesses dias chuvosos umas goteiras apareceram, apesar da manta términa e algerosas. Ah! Nosso filho e seus amigos ainda providenciaram várias manchas nas paredes brancas.
Diante dos fatos, talvez alguém pergunte: você gosta da casa nova? Claro, estou amando. Afinal de contas, a casa perfeita é onde se vive feliz!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
As telhas estão mesmo pregadas?
Neste verão a região Metropolitana do Rio Grande do Sul foi premiada por vários temporais, que como principal característica, trazem chuvas e ventos fortes. Foi em um desses vendavais que pude testar a eficiência do meu telhado. Depois que a chuva cessou e o vento foi embora, o resultado foram algumas telhas quebradas e duas ou três goteiras espalhadas pela casa.
Após subir no telhado descobrimos que as telhas não estavam pregadas como deveriam, além das cumieiras não estarem cimentadas da maneira correta. O jeito foi contratar um pedreiro que cimentou novamente as cumieiras e pregou todas as meia-telhas (aquelas que ficam na beira) de novo. O pedreiro que contratamos para construir a casa utilizou pregos comuns na primeira fixação das telhas. No entanto, esse tipo de material não é eficiente e basta um vento mais forte para tudo sair voando. O recomendado é utilizar pregos com borracha, que fixam mais. Eles são mais caros que os comuns, mas vale a pena.
Ah! E não se iludam, pois não existe casa perfeita. Em outro post falo mais sobre isso.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Desconfie de produtos de cortesia
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Foto: reprodução |
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