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terça-feira, 26 de abril de 2011

Afinal de contas, quem manda na obra?

Pelo prazo estipulado na planilha de execução entregue ao banco, faltam 18 dias para a casa ficar pronta. A situação é a seguinte: falta pintar e terminar a instalação elétrica, além de colocar as torneiras. Tudo estava indo muito bem, dentro do cronograma previsto, até duas semanas atrás, quando a pintura começou a se tornar um problema. Tìnhamos acertado com um pintor. A data combinada para o início do serviço era a segunda quinzena de abril. No entanto, o cara deu pra trás e disse que só poderia começar o trabalho na segunda quinzena de maio, justamente no dia em que a obra deveria estar concluída.

Te vira nos 30 para conseguir outro pintor. Conseguimos, saiu mais caro que o primeiro, mas diante da situação, bola pra frente. No primeiro dia de trabalho ele já nos deus pistas de que a nossa relação de empregado X empregador não seria as mil maravilhas. Não tiveram o mínimo cuidado com a limpeza do piso e ficaram reclamando da marca das lixas (a marca era Bosch).

Em uma semana demos muitas ordens que não foram obedecidas e o arrependimento começou a bater. Nesta segunda-feira um bate-boca entre o pintor e um familiar meu foi a gota d'água. O clima de boa convivência foi quebrado e percebemos que o cara queria mandar na obra, ao invés de receber ordens e orientações de como as coisas deveriam ficar. Ele foi dispensado e somente na próxima semana um outro profissional retoma a pintura. Agora é torcer para ter sol, o pintor ser rápido e a casa ficar pronta no prazo.

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